Na semana passada, os advogados da Câmara Municipal de Lavras, Antônio Hamilton de Abreu e João Batista da Silva, além dos vereadores, com exceção do Júlio de Melo e Hélio Haddad, arquivaram um projeto de lei que proibiria a entrada de circos com animais em Lavras.
Cidades como Poços de Caldas; Santos Dumont; e Sete Lagos, ambas em Minas Gerais, possuem leis municipais que proíbem à entrada de circos com animais.
Em âmbito nacional, os estados do Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, criaram leis estaduais proibindo a utilização de animais em circos, além de 60 cidades que possuem leis municipais, valorizando os artistas humanos.
De acordo com o site da WSPA Brasil, encontra-se no CEC (Comissão de Educação e Cultura) da Câmara dos Deputados, em Brasília, o projeto de lei 7291/2006, criada em dezembro de 2006 e apresentado pelo senador Álvaro Dias, que proíbe a utilização de animais em circos espalhados por todo o território nacional.
O projeto de lei 7291/2006 ainda não entrou na pauta para votação na Câmara dos Deputados, obrigando vários municípios a criarem leis municipais.
A CEC (Comissão de Educação e Cultura) realizou em novembro de 2008, no seu blog, uma pesquisa mostrando que 82% dos brasileiros são contra a utilização de animais em circos, enquanto que 18% são a favor.
O Ministério do Meio Ambiente, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), já se manifestaram publicamente contra a utilização de animais em circos, apoiando todos os tipos de movimentos para coibir esta prática.
Em Lavras, o Grupo Gaia (Grupo de Proteção aos Animais) começará a partir deste domingo, dia 19, a colher assinaturas junto à população, para em breve apresentar na Câmara Municipal de Lavras, um projeto de lei elaborado por seus integrantes e que proíbe a utilização de animais em circos na nossa cidade.
Os integrantes do Grupo Gaia estarão presentes na Praça Dr. Jorge; Praça Dr. Augusto Silva e Praça da Igreja São Sebastião, a partir das 8h.
Leonardo Assad Aoun
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Grupo Gaia arrecada mais de 130 quilos de ração para o Canil de Lavras
Manhã de sábado (28) e domingo (29), mesmo com muita chuva em Lavras, sul de Minas Gerais, não foi o suficiente para impedir que o Grupo Gaia (Grupo de proteção aos animais) e várias pessoas da sociedade lavrense doassem mais de 130 quilos de ração; remédios e materiais de limpeza para o Centro de Recolhimento de Animais (Canil Municipal de Lavras).
Pessoas comuns, trabalhadoras e solidárias paravam os carros na Praça Dr. Augusto Silva, centro, para entregar vários sacos de ração; remédios e materiais de limpeza. Crianças de todas as idades, acompanhadas ou não pelos pais, passaram pelo local e fizeram suas doações.
Devido a grande repercussão que o evento teve na cidade, o Pet Shop Pegadas, situado na Praça Dr. Jorge, 66, centro, enviou vários quilos de ração e remédios para o Grupo Gaia como forma de doação para o Canil.
Numa outra ação solidária que ocorreu neste domingo (29) de forma inesperada, mas com muita satisfação, foi à ajuda que os representantes do Grupo Gaia, junto com o Pet Shop Pegadas, deram a um casal que estava no local doando filhotes de Pit Bull, incentivando a prática de adoção. Essa raça é inofensiva para o homem, tornando-se agressiva apenas quando o dono do animal pratica maltratado, ensinando coisas erradas, como brigas em rinhas.
Atualmente, o Centro de Recolhimento de Animais de Lavras está localizado na BR-265, perto da Serrinha. Para quem estiver interessado em doar ração ou adotar um cachorro do Canil, ligue para: (35)3821-6799, e fale com a Presidente da Sociedade Protetora dos Animais, Rosangela Malfitano.
Para conhecer e fazer parte do Grupo Gaia, envie um e-mail para: contatogaia@yahoo.com.br, e agende sua visita. Às reuniões ocorrem todos os sábado, ás 14h, na Rua Dr. Francisco Sales, 130, centro.
Leonardo Assad Aoun
Pessoas comuns, trabalhadoras e solidárias paravam os carros na Praça Dr. Augusto Silva, centro, para entregar vários sacos de ração; remédios e materiais de limpeza. Crianças de todas as idades, acompanhadas ou não pelos pais, passaram pelo local e fizeram suas doações.
Devido a grande repercussão que o evento teve na cidade, o Pet Shop Pegadas, situado na Praça Dr. Jorge, 66, centro, enviou vários quilos de ração e remédios para o Grupo Gaia como forma de doação para o Canil.
Numa outra ação solidária que ocorreu neste domingo (29) de forma inesperada, mas com muita satisfação, foi à ajuda que os representantes do Grupo Gaia, junto com o Pet Shop Pegadas, deram a um casal que estava no local doando filhotes de Pit Bull, incentivando a prática de adoção. Essa raça é inofensiva para o homem, tornando-se agressiva apenas quando o dono do animal pratica maltratado, ensinando coisas erradas, como brigas em rinhas.
Atualmente, o Centro de Recolhimento de Animais de Lavras está localizado na BR-265, perto da Serrinha. Para quem estiver interessado em doar ração ou adotar um cachorro do Canil, ligue para: (35)3821-6799, e fale com a Presidente da Sociedade Protetora dos Animais, Rosangela Malfitano.
Para conhecer e fazer parte do Grupo Gaia, envie um e-mail para: contatogaia@yahoo.com.br, e agende sua visita. Às reuniões ocorrem todos os sábado, ás 14h, na Rua Dr. Francisco Sales, 130, centro.
Leonardo Assad Aoun
terça-feira, 30 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Nota de agradecimento
A Primeira campanha promovida pelo Grupo Gaia em prol do canil municipal, arrecadou, no dia 24 de agosto, mais de 400 Kg de ração – recebidos com euforia pelas centenas de cães que vivem no canil.
Gostaríamos de agradecer as pessoas que tornaram isto possível.
VOCÊS FORAM D+
Obrigado
Quer ajudar também? Entre em contato conosco: contatogaia@yahoo.com.br
O canil precisa constantemente de ajuda. Os 400 Kg de ração arrecadados podem até parecer muito, mas se tratando de 320 cachorros, não é de se espantar que tenha sido o suficiente por apenas quatro dias.
Gostaríamos de agradecer as pessoas que tornaram isto possível.
VOCÊS FORAM D+
Obrigado
Quer ajudar também? Entre em contato conosco: contatogaia@yahoo.com.br
O canil precisa constantemente de ajuda. Os 400 Kg de ração arrecadados podem até parecer muito, mas se tratando de 320 cachorros, não é de se espantar que tenha sido o suficiente por apenas quatro dias.
Objeção de consciência e os Crimes Ambientais
Vocês devem estar se perguntando o que seria a objeção de consciência e porque este assunto estaria na parte jurídica deste jornal. Devo explicar primeiramente que a objeção de consciência nada mais é do que um direito constitucional que os estudantes possuem de se absterem de participar de aulas que vão contra a sua liberdade de consciência, como as de vivissecção e o dever das instituições de ensinos em prover métodos alternativos, ou de não repreender estes alunos quando não dispuser destes métodos.
A objeção de consciência está respaldada em nossa Constituição no seu art. 5º, inciso VIII que diz: “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;”, lembrando que não existe no Brasil nenhuma lei que obrigue alguém a praticar algum ato de crueldade com os animais.
Nossa legislação hoje, vai de encontro aos métodos de ensinos ultrapassados exemplificado acima, pois novamente invocamos a Constituição em seu art. 225, par. 1º inciso VII vemos: “§ 1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público: ...VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.”, e na Lei de Crimes Ambientais (Lei. 9.605/98) que determina como crime: “Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: ... § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos”.
Desta forma explicito que a objeção de consciência é um direito de todo estudante que deve ser exercido através de petição por escrito a instituição de ensino, além da prática de experimentação animal da forma que ocorre hoje em dia ser crime ambiental.
Dr. Cláudio Messias Viola Júnior – advogado criminalista e especialista em direito ambiental
A objeção de consciência está respaldada em nossa Constituição no seu art. 5º, inciso VIII que diz: “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;”, lembrando que não existe no Brasil nenhuma lei que obrigue alguém a praticar algum ato de crueldade com os animais.
Nossa legislação hoje, vai de encontro aos métodos de ensinos ultrapassados exemplificado acima, pois novamente invocamos a Constituição em seu art. 225, par. 1º inciso VII vemos: “§ 1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público: ...VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.”, e na Lei de Crimes Ambientais (Lei. 9.605/98) que determina como crime: “Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: ... § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos”.
Desta forma explicito que a objeção de consciência é um direito de todo estudante que deve ser exercido através de petição por escrito a instituição de ensino, além da prática de experimentação animal da forma que ocorre hoje em dia ser crime ambiental.
Dr. Cláudio Messias Viola Júnior – advogado criminalista e especialista em direito ambiental
Experimentação animal: e eu com isso?
A experimentação animal tem proporcionado importantes contribuições para o desenvolvimento da ciência ao longo da história. A partir dos estudos anatômicos, iniciados ainda na antiguidade, começou um longo caminho de construção do conhecimento que caracteriza a evolução do saber científico.
Especialmente nas áreas da saúde e da vida, é difícil imaginar o desenvolvimento de novos produtos, técnicas e tecnologias sem o apoio da experimentação animal. No entanto, estes procedimentos só se tornaram possíveis em função de considerarmos os animais como um mero recurso a ser utilizado na consecução dos nossos objetivos.
Segundo René Descartes (1596–1650), importante filósofo francês, seria necessária a distinção do mundo natural (res extensa) e do mundo humano (res cogito). Enquanto o mundo natural ocuparia uma posição de objeto manipulável ou recurso disponível, o mundo humano representaria a esfera do subjetivo e do pensante, dotado de alma e raciocínio e, portanto separado do restante, caracterizando a condição humana como sendo algo distante da natureza e próximo do divino.
Entretanto, Charles Darwin (1809–1882) reabilitaria o homem como parte integrante do mundo natural ao propor a teoria da evolução das espécies. De acordo com esta perspectiva evolucionista o ser humano compartilharia boa parte das suas características com as diversas espécies animais, inclusive a sua capacidade de sentir, atribuindo assim aos animais a condição de seres sencientes.
A partir destas idéias, especialmente nas últimas décadas, tem se tornado cada vez maior a preocupação com relação às condições nas quais se desenvolve a experimentação animal.
No aspecto prático, sabe-se que animais isolados, com dor, medo, fome, sede, ansiedade, confusão mental, desconforto físico e desconforto ambiental apresentam importantes alterações nos seus aspectos fisiológicos, psicológicos e comportamentais, podendo comprometer seriamente os resultados obtidos a partir das pesquisas conduzidas em condições inadequadas.
No aspecto filosófico, cada vez menos é tolerado o desrespeito às condições adequadas de manutenção e utilização dos animais experimentais, pois tratando-se de seres sencientes, devemos lhes garantir condições dignas de vida e de morte.
Assim, o permanente questionamento ético e moral de nossas ações enquanto cientistas, tecnólogos, profissionais, consumidores e cidadãos é que poderá balizar as novas posturas da ciência na sua busca por um maior e mais amplo desenvolvimento.
Sérgio A. Bambirra, (Prof. do Setor de Fisiologia e Farmacologia e membro da Comissão de Ética em Pesquisa e Utilização Animal do DMV/UFLA 3829-1245).
Não compre, Adote!
Adote um cão no Centro de Recolhimento de Animais de Lavras e seja feliz com seu novo amigo!
Para quem se interessar em adotar um cãozinho, o Centro está à sua disposição das 14h30 às 17h, de segunda a sábado,no km 47 da BR 265, na entrada da Serrinha. . Você também pode colaborar com o canil doando remédios, ração, produtos de limpeza, etc.
Os Animais de Trabalho e a Terapia Assistida por Animais – Parte 2
A Terapia Assistida por Animais (TAA) surgiu na Inglaterra, através da observação médica de como crianças antes socialmente reservadas, passaram a ter uma melhor integração social ao conviverem com cães.
A partir daí, a TAA passou a ser amplamente estudada e hoje seus campos de atuação são muito vastos e reconhecidos: vão desde a terapia de reabilitação de pacientes com distúrbios físicos ou comportamentais, à prevenção de estados depressivos e de enfermidades cardiovasculares, assim como com a simples finalidade de formação e educação de crianças em idade evolutiva. É comprovadamente uma técnica útil na socialização de pessoas, na psicoterapia, em tratamentos de pacientes com necessidades especiais, na diminuição da ansiedade de várias causas e no auxílio terapêutico de pacientes com doenças graves, tais como o câncer e o mal de Alzheimer.
Muitas espécies animais podem ser utilizadas para este fim e, entre elas, a eqüina e a canina ocupam papel de destaque. Com os primeiros, a chamada hipoterapia ou equoterapia é amplamente difundida em nosso país para o tratamento de pacientes com limitações físicas e mentais. Trata-se de um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.
O emprego de cavalos como agentes promotores acarreta ganhos físicos, psicológicos e educacionais para o praticante da Equoterapia. Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da força, tônus muscular, flexibilidade, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio. A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, o ato de montar e o manuseio final, desenvolve novas formas de socialização, autoconfiança e auto-estima.
Por outro lado, os cães têm sido utilizados em projetos de educação, psicoterapia e/ou fisioterapia em pacientes idosos, adultos ou crianças, nas mais diversas situações físicas e psicológicas, com resultados bastante positivos.
O uso do animal como co-terapeuta deve ser organizado por grupos multidisciplinares envolvendo profissionais ligados à saúde humana (psicólogos, terapeutas, fonoaudiólogos, médicos, cirurgiões-dentistas, fisioterapeutas) e profissionais especialistas em comportamento e saúde animal. Neste segundo contexto, o Médico Veterinário desempenha papel essencial no sentido de acompanhar as manifestações comportamentais do animal junto a adestradores e etólogos, assim como, no sentido de zelar pela saúde animal.
Portanto, os animais têm fundamental importância no desenvolvimento da humanidade, além de serem amigos para a vida toda que jamais nos decepcionarão ou abandonarão! Os exemplos expostos nesta e na edição anterior são pequenos, perto de quão benéfica e imensa a relação homem-animal pode ser.
Site do projeto Melhor Amigo, de ajuda ao Centro de Recolhimento de Animais de Lavras: www.projetomelhoramigo.com
E-mail: projetomelhoramigo@gmail.com / tel: (35) 8417-4847
Fabiane Ribeiro Costa Silva – Acadêmica de Medicina Veterinária – UFLA, responsável pelo Projeto Melhor Amigo.
A partir daí, a TAA passou a ser amplamente estudada e hoje seus campos de atuação são muito vastos e reconhecidos: vão desde a terapia de reabilitação de pacientes com distúrbios físicos ou comportamentais, à prevenção de estados depressivos e de enfermidades cardiovasculares, assim como com a simples finalidade de formação e educação de crianças em idade evolutiva. É comprovadamente uma técnica útil na socialização de pessoas, na psicoterapia, em tratamentos de pacientes com necessidades especiais, na diminuição da ansiedade de várias causas e no auxílio terapêutico de pacientes com doenças graves, tais como o câncer e o mal de Alzheimer.
Muitas espécies animais podem ser utilizadas para este fim e, entre elas, a eqüina e a canina ocupam papel de destaque. Com os primeiros, a chamada hipoterapia ou equoterapia é amplamente difundida em nosso país para o tratamento de pacientes com limitações físicas e mentais. Trata-se de um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.
O emprego de cavalos como agentes promotores acarreta ganhos físicos, psicológicos e educacionais para o praticante da Equoterapia. Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da força, tônus muscular, flexibilidade, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio. A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, o ato de montar e o manuseio final, desenvolve novas formas de socialização, autoconfiança e auto-estima.
Por outro lado, os cães têm sido utilizados em projetos de educação, psicoterapia e/ou fisioterapia em pacientes idosos, adultos ou crianças, nas mais diversas situações físicas e psicológicas, com resultados bastante positivos.
O uso do animal como co-terapeuta deve ser organizado por grupos multidisciplinares envolvendo profissionais ligados à saúde humana (psicólogos, terapeutas, fonoaudiólogos, médicos, cirurgiões-dentistas, fisioterapeutas) e profissionais especialistas em comportamento e saúde animal. Neste segundo contexto, o Médico Veterinário desempenha papel essencial no sentido de acompanhar as manifestações comportamentais do animal junto a adestradores e etólogos, assim como, no sentido de zelar pela saúde animal.
Portanto, os animais têm fundamental importância no desenvolvimento da humanidade, além de serem amigos para a vida toda que jamais nos decepcionarão ou abandonarão! Os exemplos expostos nesta e na edição anterior são pequenos, perto de quão benéfica e imensa a relação homem-animal pode ser.
Site do projeto Melhor Amigo, de ajuda ao Centro de Recolhimento de Animais de Lavras: www.projetomelhoramigo.com
E-mail: projetomelhoramigo@gmail.com / tel: (35) 8417-4847
Fabiane Ribeiro Costa Silva – Acadêmica de Medicina Veterinária – UFLA, responsável pelo Projeto Melhor Amigo.
Atletas vegetarianos sim, por que não?
Imagem retirada de: www.vidavegetariana.comDo contrário do que muitos pensam, dietas vegetarianas podem atender às necessidades de atletas e mais ainda, de atletas competitivos também. Isso é possível desde que planejem refeições equilibradas (como em qualquer outra dieta) e que forneçam calorias adequadas para suprir suas necessidades energéticas.
A atividade protéica torna-se elevada para atletas porque o treinamento aumenta o metabolismo dos aminoácidos. Como o atleta vegetariano perde peso com mais facilidade, precisa manter o equilíbrio energético com um bom planejamento alimentar e fazer seis ou mais refeições por dia em quantidades moderadas. Se a alimentação não inclui leite e derivados ou ovos, é importante formar diferentes combinações de alimento, incluindo maior quantidade de grãos integrais, principalmente a soja.
Para indivíduos que praticam exercícios físicos, principalmente a musculação, a proteína de soja pode ser usada como uma boa fonte de proteínas de alta qualidade para ajudar a atender à necessidade protéica aumentada durante o treinamento, fornecendo os aminoácidos essenciais necessários para o desenvolvimento físico e muscular.
A gordura também se mostra como uma importante fonte de energia, principalmente para atletas envolvidos em atividades longas e de baixa intensidade. Já para atividades curtas e de alta intensidade, carboidratos é a fonte primária de energia. Vitaminas e minerais não contribuem com energia por si mesmos, mas são essenciais para o metabolismo dos alimentos e produção dela.
Diversos estudos comparando a resistência e força dos onívoros com as dos vegetarianos demonstraram que a resistência física dos atletas vegetarianos é superior à dos que tem uma alimentação contendo carne.
Entre os vários atletas vegetarianos que obtiveram sucesso podemos citar Paavo nurmi – 20 recordes mundiais, 9 medalhas olímpicas em corrida à distância; Dave Scott – 6 vezes vencedor de Iroman Triathlon; Lucy Stephans – triatleta (vegana); Martina Navratilova – campeã de tênis (vegana).
Uma dieta vegetariana bem elaborada será capaz de suprir todas as necessidades nutricionais de um atleta ou qualquer outro indivíduo. Atletas que optam por este estilo de vida conseguem níveis de performance suficientes para se tornarem campeões, quando fazem uma dieta e um treinamento adequado. Porém, toda dieta deve ser manipulada por um profissional competente, para que os benefícios sejam otimizados.
Dia mundial sem meu carro

No dia 22 de setembro de 2007 iniciamos em Lavras, a Jornada Mundial “Na Cidade Sem Meu Carro”, que faz parte da Semana da Árvore e Semana Nacional de Trânsito.
A idéia é fazer com que neste dia (22 de setembro) diminua o número de automóveis nas ruas.
Este evento tem como objetivo promover a reflexão e o debate sobre os impactos do excesso de automóveis nas cidades.
Imagine como seria bom viver numa cidade com ar puro, sem barulho, encontrar com os amigos e um trânsito tranqüilo. Pensando no bem estar da população lavrense é que a Prefeitura Municipal de Lavras, Fundação Pró-Defesa Ambiental, Ibama, Codema e Acamar, entre outros, estão trabalhando para melhorar a qualidade de vida de nossa cidade.
PARA O SUCESSO DA INICIATIVA É IMPRESCINDÍVEL QUE VOCÊ COLABORE:
- Sempre que possível, deixe o carro na garagem;
- Use mais o transporte coletivo;
- ANDE A PÉ, DE BICICLETA;
- DÊ CARONA.
ESPALHE ESSA MENSAGEM
VOCÊ SABIA?
- Que mais de 80% do óleo consumido pelos carros é queimado ou despejado na natureza;
- Que o carro pesa 30 vezes mais que os passageiros que ele carrega;
- Que 40% da poluição do ar é produzida pelos transportes;
- Que para transportar 50 pessoas em ônibus, são ocupados 54m2 de rua, sendo que, usando carros, o espaço ocupado é de 267m2, ou seja, quase 8 vezes mais espaço;
- Que em vários países da Europa o dia sem carro acontece pelo menos uma vez por mês;
- Que mais de 40 países, somando mais de 1000 cidades ao redor do mundo, participam da Jornada Na Cidade Sem Meu Carro, no dia 22 de setembro. E no Brasil, em 2005, já foram 66 cidades participantes;
- Que em Lavras o número de veículos é de aproximadamente 30.000;
- Que em Lavras existe um carro para cada três habitantes;
- Que em Belo Horizonte e no Estado de Santa Catarina o Dia Sem Carro é lei.
Terezinha M. de Sousa
Fundação Pró-Defesa Ambiental
Despertando a Consciência
Tantas vezes ficamos surpresos e irritados diante de certos comportamentos apresentados por nossos filhos, como se esquecêssemos que eles são educados por nós mesmos, que na maioria das vezes, são adultos se comportando seguindo exemplos de vida que foram lhes passados por quem os educou. Crianças têm por costume elegerem ídolos e muitas vezes tentam se igualar a eles. O que podemos esperar de crianças que passam boa parte da infância sentindo-se abandonadas, sendo alvo da falta de tempo, de carinho, de atenção daqueles com os quais convivem? Que tipo de comportamento podemos esperar de adultos que quando crianças eram constantemente alvos de gritos dirigidos por adultos estressados?
Como podemos exigir que nossos filhos sejam pessoas tranqüilas e serenas, se boa parte da infância e adolescência deles foi vivida em meio a tantas crises de irritabilidade de pais extremamente ocupados e intranqüilos? E muitas vezes, até mesmo violentos? Como esperar que eles se tornem adultos pacíficos, que tenham respeito pelo outro, e até pelos próprios pais, se quando crianças não foram respeitadas, e muitas vezes presenciaram cenas domésticas de extremo desrespeito e violência? Quando será, que os adultos finalmente irão compreender que foi na infância que começou a formação do caráter e da personalidade destes jovens, que tantas vezes agem, causando tanta estranheza? Quando será, que os adultos terão consciência disso? Quando será, que os adultos, responsáveis pela formação de crianças, irão realmente assumir a importância que desempenham na formação delas? Quem sabe, no dia que isto acontecer, quando passarem a ter uma postura mais ética, responsável, com verdadeiro respeito diante das crianças que estão sobre a sua responsabilidade, não terão mais tantos motivos de se surpreenderem com os comportamentos dos jovens que educaram!
Maria Aparecida Francisquini – Psicóloga
mafrancisquini@navinet.com.br
“Conduta de pais, caminho de filhos.”
(Provérbio)
Experimentação animal: em benefício do ser humano?
Remédios, produtos de limpeza, medicamentos, cosméticos,... você já parou para pensar por quais testes esses produtos passam para serem considerados “confiáveis” e irem parar nas prateleiras? Se nunca pensou é bom começar, pois a grande maioria dos produtos passa por testes feitos em animais de espécie, metabolismo, anatomia, fisiologia, na sua maior parte, totalmente diferentes das do ser humano, para serem considerados seguros e irem parar nas mãos dos consumidores! Incrível pensar como testes em organismos tão diferentes do nosso podem assegurar a toxidade de substâncias para nós seres humanos. O problema é que não é bem assim...
Se tivéssemos acesso aos bastidores do que ocorre nas indústrias de produtos de limpeza, de cosméticos, farmacêuticas, etc, ficaríamos horrorizados com as verdadeiras barbaridades que ocorrem por lá. Todos os dias milhares de animais são submetidos a testes com a finalidade de se obter resultados de medicamentos, de cosméticos ou ação de substâncias químicas em geral. Geralmente os experimentos são realizados sem anestésicos, podendo ou não envolver o ato da vivisseção (dissecação de animais vivos para estudo).
Entre os testes realizados podemos citar como exemplo: teste de irritação dos olhos - utilizado para medir a ação nociva dos ingredientes químicos encontrados em produtos de limpeza e em cosméticos. Os produtos são aplicados diretamente nos olhos dos animais conscientes; testes de toxidade alcoólica e tabaco - animais são obrigados a inalar fumaça e se embriagar, para que depois sejam dissecados; teste Draize de Irritação Dermal - consiste em imobilizar o animal enquanto substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas.
O modelo animal baseado em espécies diferentes da nossa é falho porque existem diferenças entre nós e eles como já citado, na anatomia, na fisiologia, nas interações ambientais, nos tipos de alimentos ingeridos, etc, que resultam na não-correspondência na absorção, distribuição e metabolismo de substâncias. Ademais, as condições de laboratório são mais controladas do que na vida humana e as doses administradas aos animais podem ser muito maiores do que as prescritas aos humanos, em termos de peso corporal.
Alguns dados: uma revisão realizada pelo governo americano nas drogas lançadas entre 1976 e 1985 revelou que 51,5% delas ofereciam riscos não previstos nos testes; Zelmid, um antidepressivo, foi testado sem incidentes em ratos e cães. A droga provocou sérios problemas neurológicos em humanos; Mitoxantrone, usado em um tratamento para câncer, produziu insuficiência cardíaca em humanos. Foi testado extensivamente em cães, que não manifestaram os mesmos sintomas (retirado do site veddas.org.br e pea.org.br).
Um outro problema relacionado à utilização de animais é o seu uso em pesquisas e aulas práticas. São várias as finalidades dos experimentos realizados com animais em universidades brasileiras: observação de fenômenos fisiológicos e comportamento a partir da administração de drogas; conhecimento da anatomia interna; desenvolvimento de habilidades e técnicas cirúrgicas. Os experimentos são comuns em cursos de ciências Agrárias e Biológicas. Essas práticas vêm sendo severamente criticadas por educadores e profissionais.
Atualmente já existem diversas alternativas para o uso de animais no ensino e pesquisa. Como exemplo podemos citar modelos e simuladores mecânicos que podem ser muito úteis ao estudo de anatomia, fisiologia e cirurgia; filmes e vídeos interativos, simulações computadorizadas; experiências in vitro; pesquisa clínica e epidemiológica; cultura celular e tissular; técnicas de imagens não invasivas, autopsias e estudos post-mortem, estudos microbiológicos, olhos do banco de olhos, dentre várias outras.
O grande problema é que a mudança não interessa para a maioria dos cientistas. Presos a técnicas e modelos de experimentação que aprenderam, qualquer novidade que surge no seu caminho experimental são eliminadas. A abolição total da utilização animal no ensino e nos testes com animais depende única e exclusivamente de nós. Hoje, com as informações disponíveis, podemos escolher entre produtos testados e não testados em animais. Atualmente existem diversas empresas de cosméticos que já substituíram os testes por alternativas. A mudança por parte de empresas, cientistas e professores só virá se nós pressionarmos e exigirmos o fim da utilização de animais e a busca por novas alternativas. Saiba mais no site www.internichebrasil.org.br.
"Pergunte para os vivisseccionistas por quê eles experimentam em animais e eles responderão: "Porque os animais são como nós". Pergunte aos vivissecccionistas por quê é moralmente 'OK' experimentar em animais e eles responderão: "Porque animais não são como nós". A
Experimentação animal apóia-se em contradição de lógica." (Professor Charles R. Magel (1920))
Perigo à vista

Chocolate é uma delícia e a maioria aprecia. Muitos também gostam de dar um pedacinho aos seus cães. Então, depois de ler esta matéria, você vai pensar mais de uma vez, quando quiser dar um pedacinho a ele, pois o chocolate é extremamente tóxico para os cães.
Bom, mas vamos ao que interessa. Por que o chocolate pode matar meu cão? A teobromina é um dos principais constituintes do chocolate e ela é um forte estimulante do sistema nervoso central. Em animais, como os cães, o metabolismo da teobromina é muito lento e por isso -o sistema nervoso e o músculo cardíaco destes animais- tornam-se bastante vulneráveis. A ingestão de chocolate pelos cães implica em vômitos e diarréias, espasmos, excitação e nervosismo, podendo levá-los à morte.
Agora falando de gatos... infelizmente eles não têm sete vidas, mas a vida que têm normalmente é longa. Muitos vivem entre 14 a 17 anos. Para que se chegue a esta idade, nunca é demais lembrar que há certos medicamentos de venda livre e tão triviais, como uma mera aspirina, que são potencialmente fatais para os gatos. São sintomas de envenenamento por remédios de humanos usados em animais: depressão, hiperatividade, diarréia, vômito com sangue, hipertemia e mau funcionamento de órgãos. Sem tratamento, sobrevêm o coma e a morte do animal.
Consulte sempre um veterinário para usar o medicamento apropriado para cães e gatos, pois assim evitam-se mortes e sofrimentos.
O Arrependimento de Igor
Otávio é um menino inteligente, estudioso e tem muitos amigos. É um menino bondoso, e amigo dos animais. Tem um lindo cachorrinho de pelos longos e macios. Trata-o com carinho, dando-lhe de comer e beber todos os dias.
Sim, porque, quando se tem algum bichinho, deve-se tratá-lo com amor e carinho. Quando o cãozinho vê Otávio, corre para ele, agradecendo o bom trato que recebe.
Vizinho de Otávio, mora Igor. Um menino levado, desobediente e cruel. Sempre com um estilingue na mão, não pode ver um passarinho que logo atira pedras.
Um dia, a mãe de Otávio convidou Laura e Igor para um passeio no sítio. E lá explicou tudo o que sabia a respeito dos pássaros e de outros animais. Foram horas de alegria.
Dizia ela: - Os pássaros são de grande utilidade, pois comem os bichinhos que estragam as plantações. Mostrou a casinha do João de Barro e explicou como ele a faz. Pega com o bico galhinhos secos e mistura-os com barro. Na sua casinha, ele faz dois quartinhos. Um para ele e outro para sua companheira. Se alguém levar os ovos ou os filhotes, o pobre João de Barro chora a perda de seus filhotes. Seu canto é estridente e barulhento.
Os pássaros alegram a natureza. Já pensaram se eles não existissem? Tudo seria bem triste.
Igor estava encantado e arrependido da maneira que se comportara até ali. Lá pela tardinha uma avezinha caiu desmaiada perto das crianças.
- Pobrezinha - disse Laura.
Igor pegou-a com carinho e colocou-a no ninho, ela voltou do desmaio e continuou a chocar os seus ovos.
As crianças sentiram-se felizes por poder ajudar. Igor jogou fora o estilingue. Prometeu que seria um bom menino e respeitaria os animais.
(Baseado no texto de Maria Rodrigues do Amaral)
Agosto: Mês do combate à raiva
A Raiva é uma das principais Zoonoses. Possui conseqüências seriíssimas e incuráveis. É uma doença contagiosa transmitida pelo contato direto com a saliva do doente. É causada por um vírus (Rhabdovirus) que atinge de maneira letal o sistema nervoso do indivíduo contaminado. Caracteriza-se por perturbações neurológicas, depressão, excitação, paralisia e morte.
O período de "encubação" do vírus após a mordida é de 20 a 60 dias, tanto para o homem quanto para os animais.
O cão pode apresentar três tipos de raiva:
Raiva Furiosa – começa com um período "melancólico", o cão tenta se esconder e procura lugares escuros, escava o solo com intensidade, late ou morde o ar sem motivo aparente. Procuram água com freqüência, mas não conseguem bebê-la. Após este período vem uma fase de extrema excitação e violência/fúria. Atacam outros cães e pessoas. Segue-se a esta fase a paralisia da laringe e a salivação abundante. No quarto dia da doença o cão entra no estágio paralítico, seguido da morte em no máximo 48 horas.
Raiva Muda – todos os sintomas iniciais da Raiva Furiosa são mantidos no seu período melancólico. Ao contrário da Raiva Furiosa, não apresenta excitação. Em seguida o cão começa a apresentar as primeiras paralisias, especialmente no maxilar, mantendo a boca aberta constantemente. Os sintomas agravam-se até levar o cão à morte.
Raiva Intestinal – o cão apresenta vômitos, cólicas e diarréia com sangue, e apesar de não apresentar sinais de agressividade nem paralisia, morre em dois a três dias. É o tipo mais raro de raiva.
No homem, a raiva apresenta basicamente os mesmos sintomas que nos animais, sendo que os mais comuns são a aerofagia (deglutição excessiva de ar), a hidrofobia (horror à água), a sensação de angústia e insônias.
Cuidados Importantes
Se tiver contato com um cão ou gato raivoso (ou suspeito) lave bem o local e procure o serviço de controle de zoonoses de sua cidade, pois a vacina anti-rábica deve ser aplicada criteriosamente. Se for mordido por um cão, não o sacrifique, ele deverá ser observado por pelo menos 10 dias.
Caso um cão que esteja atualmente vacinado contra a raiva seja mordido por um animal comprovadamente raivoso, ele deve ser revacinado e observado durante 90 dias. Animais não vacinados devem sofrer eutanásia ou se o dono não quiser, deve ficar confinado a um estrito isolamento durante 10 dias, e após este período, se estiver sadio poderá voltar ao seu dono.
Os cães e gatos devem ser vacinados anualmente.
Para saber mais: www.center.vet.br/raiva.html
Dr Leandro Leite, (Médico veterinário da Centervet)
O período de "encubação" do vírus após a mordida é de 20 a 60 dias, tanto para o homem quanto para os animais.
O cão pode apresentar três tipos de raiva:
Raiva Furiosa – começa com um período "melancólico", o cão tenta se esconder e procura lugares escuros, escava o solo com intensidade, late ou morde o ar sem motivo aparente. Procuram água com freqüência, mas não conseguem bebê-la. Após este período vem uma fase de extrema excitação e violência/fúria. Atacam outros cães e pessoas. Segue-se a esta fase a paralisia da laringe e a salivação abundante. No quarto dia da doença o cão entra no estágio paralítico, seguido da morte em no máximo 48 horas.
Raiva Muda – todos os sintomas iniciais da Raiva Furiosa são mantidos no seu período melancólico. Ao contrário da Raiva Furiosa, não apresenta excitação. Em seguida o cão começa a apresentar as primeiras paralisias, especialmente no maxilar, mantendo a boca aberta constantemente. Os sintomas agravam-se até levar o cão à morte.
Raiva Intestinal – o cão apresenta vômitos, cólicas e diarréia com sangue, e apesar de não apresentar sinais de agressividade nem paralisia, morre em dois a três dias. É o tipo mais raro de raiva.
No homem, a raiva apresenta basicamente os mesmos sintomas que nos animais, sendo que os mais comuns são a aerofagia (deglutição excessiva de ar), a hidrofobia (horror à água), a sensação de angústia e insônias.
Cuidados Importantes
Se tiver contato com um cão ou gato raivoso (ou suspeito) lave bem o local e procure o serviço de controle de zoonoses de sua cidade, pois a vacina anti-rábica deve ser aplicada criteriosamente. Se for mordido por um cão, não o sacrifique, ele deverá ser observado por pelo menos 10 dias.
Caso um cão que esteja atualmente vacinado contra a raiva seja mordido por um animal comprovadamente raivoso, ele deve ser revacinado e observado durante 90 dias. Animais não vacinados devem sofrer eutanásia ou se o dono não quiser, deve ficar confinado a um estrito isolamento durante 10 dias, e após este período, se estiver sadio poderá voltar ao seu dono.
Os cães e gatos devem ser vacinados anualmente.
Para saber mais: www.center.vet.br/raiva.html
Dr Leandro Leite, (Médico veterinário da Centervet)
domingo, 14 de setembro de 2008
Projeto de lei quer proibir aluguel de cães e gatos nos EUA
Saiu esta semana na Folha Online uma matéria bem interessante, e que particulamente achei um tanto curiosa. Nos Estados Unidos foi criado um movimento para proibir a prática do aluguel de animais de estimação no país, através de um projeto de lei apresentado pelo estado de Massachusetts ao Senado Norte-Americano.
Esta lei visa principalmente acabar com a ação de uma empresa chamada FlexPetz, que disponibiliza animais por um determinado tempo limitado "para quem gosta de pets, mas não pode cuidar de um em tempo integral".
Analisando este movimento, podemos perceber que a conscientização quanto ao direito dos animais é um movimento global, e que seus direitos estão cada vez mais protegidos e respeitados.
É importante lembrar que estamos falando de vidas. E atitudes como esta, demonstram mais uma vez que o ser humano se supera nas atrocidades que fazem com os animais, tratá-los como objetos, que além de “gozar”, “fruir” e “dispor”, também pode se “alugar”.
O que mais me entristece nesta reportagem, é que há indícios de negócios desse tipo montados em alguns estados no Brasil, e ainda com amparo legal, já que nosso Código Civil é expresso em determinar que os animais - para o direito brasileiro - são bens, e desde que não sejam maltratados, seus donos podem fazer com eles o que bem entender. Inclusive alugar.
Assim, temos que estar preparados, pois provavelmente esta será uma próxima batalha a ser enfrentada, por nós que gostamos e respeitamos nossos amigos de espécies diferentes das nossas.
Dr. Cláudio Messias Viola Júnior – advogado criminalista e especialista em direito ambiental
Esta lei visa principalmente acabar com a ação de uma empresa chamada FlexPetz, que disponibiliza animais por um determinado tempo limitado "para quem gosta de pets, mas não pode cuidar de um em tempo integral".
Analisando este movimento, podemos perceber que a conscientização quanto ao direito dos animais é um movimento global, e que seus direitos estão cada vez mais protegidos e respeitados.
É importante lembrar que estamos falando de vidas. E atitudes como esta, demonstram mais uma vez que o ser humano se supera nas atrocidades que fazem com os animais, tratá-los como objetos, que além de “gozar”, “fruir” e “dispor”, também pode se “alugar”.
O que mais me entristece nesta reportagem, é que há indícios de negócios desse tipo montados em alguns estados no Brasil, e ainda com amparo legal, já que nosso Código Civil é expresso em determinar que os animais - para o direito brasileiro - são bens, e desde que não sejam maltratados, seus donos podem fazer com eles o que bem entender. Inclusive alugar.
Assim, temos que estar preparados, pois provavelmente esta será uma próxima batalha a ser enfrentada, por nós que gostamos e respeitamos nossos amigos de espécies diferentes das nossas.
Dr. Cláudio Messias Viola Júnior – advogado criminalista e especialista em direito ambiental
Projeto SACOLECO: Ação que incentiva a substituição de sacolas plásticas por sacolas duráveis
O apelo para abolir as sacolas plásticas do nosso dia-a-dia não é novo. Se você jogar uma delas fora hoje vai poluir a cidade por pelo menos mais cem anos. O provável é que apenas seu tataraneto se livre dos seus efeitos nocivos.
Feitos de derivados do petróleo, os sacos plásticos tem vida útil longa no meio ambiente, mas não são muito resistentes. No final de junho, um teste do Inmetro divulgado pelo Fantástico reprovou as sacolas de 12 dos 18 maiores supermercados do país. Mesmo assim, elas se multiplicam em grande velocidade, estão no lixo doméstico, nas ruas e nos lixões, provenientes de milhares de fontes distribuidoras.
Foi com essa preocupação que a ONG- Fundação Pró-Defesa Ambiental juntamente com o Grupo GAIA resolveram então acrescentar no seu calendário de atividades educacionais uma campanha de conscientização ao não-uso de tais sacolas junto ao comércio e a comunidade de Lavras, que deverá ser lançada ainda esse ano.
Você já parou para pensar quantas sacolas plásticas você pega no supermercado toda semana? Tem idéia de quantas toneladas de sacolas plásticas são depositados nos lixões todos os dias? E a quantidade de matéria prima necessária para sua fabricação? È, às vezes nem nos damos conta que o produto que estamos comprando vem envolvido numa embalagem plástica, depois em outra embalagem e por ultimo a famosa sacola plástica, e que dependendo do seu peso é preciso usar 1, 2, 3 ou até mais.
Veja alguns motivos para você não querer mais usar sacolas plásticas!
• Não são resistentes e estouram com facilidade;
• O impacto causado na sua fabricação é altíssimo, exige gasto de água e energia;
• Poluem o ambiente (ruas, canteiros, rios e lagos);
• Demoram centenas de anos para de decompor;
• Não são retornáveis.
Agora veja motivos para usar uma sacola retornável!
• O impacto causado na sua fabricação é quase zero, pois muitas são feitas de material reaproveitado ou até mesmo de tecido, o que faz com que sua durabilidade seja maior;
• Tem todo um trabalho manual e artesanal envolvido podendo gerar renda para os artesãos;
• É ecologicamente correta;
• Você mesmo pode confeccionar a sua como no tempo da sua avó;
• São retornáveis.
Agora você já tem motivos suficientes para abolir de vez as sacolas plásticas do seu dia-a-dia. Vale tudo, só não vale mesmo é usar a sacola de plástico.
Lembre-se: A consciência deve ser coletiva, mas a mudança é individual! Só depende de nós mesmos.
Terezinha M. de Sousa - Coord. Educação Ambiental / Fundação Pró-Defesa Ambiental
Feitos de derivados do petróleo, os sacos plásticos tem vida útil longa no meio ambiente, mas não são muito resistentes. No final de junho, um teste do Inmetro divulgado pelo Fantástico reprovou as sacolas de 12 dos 18 maiores supermercados do país. Mesmo assim, elas se multiplicam em grande velocidade, estão no lixo doméstico, nas ruas e nos lixões, provenientes de milhares de fontes distribuidoras.
Foi com essa preocupação que a ONG- Fundação Pró-Defesa Ambiental juntamente com o Grupo GAIA resolveram então acrescentar no seu calendário de atividades educacionais uma campanha de conscientização ao não-uso de tais sacolas junto ao comércio e a comunidade de Lavras, que deverá ser lançada ainda esse ano.
Você já parou para pensar quantas sacolas plásticas você pega no supermercado toda semana? Tem idéia de quantas toneladas de sacolas plásticas são depositados nos lixões todos os dias? E a quantidade de matéria prima necessária para sua fabricação? È, às vezes nem nos damos conta que o produto que estamos comprando vem envolvido numa embalagem plástica, depois em outra embalagem e por ultimo a famosa sacola plástica, e que dependendo do seu peso é preciso usar 1, 2, 3 ou até mais.
Veja alguns motivos para você não querer mais usar sacolas plásticas!
• Não são resistentes e estouram com facilidade;
• O impacto causado na sua fabricação é altíssimo, exige gasto de água e energia;
• Poluem o ambiente (ruas, canteiros, rios e lagos);
• Demoram centenas de anos para de decompor;
• Não são retornáveis.
Agora veja motivos para usar uma sacola retornável!
• O impacto causado na sua fabricação é quase zero, pois muitas são feitas de material reaproveitado ou até mesmo de tecido, o que faz com que sua durabilidade seja maior;
• Tem todo um trabalho manual e artesanal envolvido podendo gerar renda para os artesãos;
• É ecologicamente correta;
• Você mesmo pode confeccionar a sua como no tempo da sua avó;
• São retornáveis.
Agora você já tem motivos suficientes para abolir de vez as sacolas plásticas do seu dia-a-dia. Vale tudo, só não vale mesmo é usar a sacola de plástico.
Lembre-se: A consciência deve ser coletiva, mas a mudança é individual! Só depende de nós mesmos.
Terezinha M. de Sousa - Coord. Educação Ambiental / Fundação Pró-Defesa Ambiental
Conheça um pouco sobre o CRA e saiba como adotar os cães que estão sob responsabilidade do município
Cães nas ruas andando durante todo o dia, brincando, descansando, mas também colocando a vida deles e da própria população em risco. Essa é a rotina pela qual os moradores da cidade de Lavras passam.
A Sociedade Lavrense de Proteção aos Animais criou, no dia 11 de outubro de 2006, o Centro de Recolhimento de Animais (CRA) da cidade de Lavras. O CRA funciona com a ajuda da prefeitura e de doações particulares. Porém essa ajuda acaba se tornando pouca pois a demanda de cachorros é muito grande, por culpa da própria população e de administrações passadas. Mesmo diante de muitas dificuldades os animais recolhidos são bem tratados, porém não há espaço suficiente para todos e muitos tratamentos veterinários não podem ser realizados por falta de estrutura, por isso a Sociedade realiza a campanha de adoção desses cães.
Atualmente o CRA abriga cerca de 300 cães de pequeno, médio e grande porte, sendo que boa parte está disponível para adoção. A prefeitura auxilia alugando o espaço físico do canil, cede três funcionários para limpeza e manutenção, além de um veículo para resgate. Contribui também doando material de limpeza, vacinas, vermífugos e parte da ração.
Com tantos cachorros soltos nas ruas de Lavras, ainda é muito alto o número de pessoas que compram filhotes nos pet shops. Pior ainda, não fazem os cálculos e nem imaginam os gastos que esses animais podem trazer no final do mês e muito menos têm conhecimento da vida média do animal e da responsabilidade que é em tê-lo. Com tudo isso, várias famílias acabam abandonando-os nas ruas como se fossem lixo.
Outro problema bastante grave são os estudantes universitários. Vários deles quando chegam em Lavras procuram adquirir algum cão de guarda, principalmente de grande porte, para a proteção de sua moradia. Mas quando formam e saem da cidade, soltam estes animais em vias públicas e quem arca com os problemas somos nós, residentes do município.
A adoção, além de demonstrar mais respeito pela vida, ajuda o município. Lá no CRA existem cães filhotes, mais velhos, grandes, pequenos, porém todos esperando por adoção! As pessoas que estiverem interessadas passarão por uma avaliação para saber se a família tem condição de cuidar do cachorro.
Toda a população lavrense pode conhecer as dependências do CRA, basta comparecer no km 47 da BR 265, na entrada da Serrinha. Quem estiver interessado em ajudar o CRA doando tela de aço, ração, cobertor, material de construção ou adotando um animal, deverá procurar a presidente da Sociedade Protetora dos Animais, Rosângela Malfitano, pelo telefone: 3821-6799 ou comparecer ao local.
Se estiver interessado em ter um cãozinho, não compre. Se tiver filhos, ensine-os desde pequenos que você respeita a vida, e não faz desses animais, nem de outros, pura mercadorias.
Animais de rua: vítimas, não vilões!
A Sociedade Lavrense de Proteção aos Animais criou, no dia 11 de outubro de 2006, o Centro de Recolhimento de Animais (CRA) da cidade de Lavras. O CRA funciona com a ajuda da prefeitura e de doações particulares. Porém essa ajuda acaba se tornando pouca pois a demanda de cachorros é muito grande, por culpa da própria população e de administrações passadas. Mesmo diante de muitas dificuldades os animais recolhidos são bem tratados, porém não há espaço suficiente para todos e muitos tratamentos veterinários não podem ser realizados por falta de estrutura, por isso a Sociedade realiza a campanha de adoção desses cães.
Atualmente o CRA abriga cerca de 300 cães de pequeno, médio e grande porte, sendo que boa parte está disponível para adoção. A prefeitura auxilia alugando o espaço físico do canil, cede três funcionários para limpeza e manutenção, além de um veículo para resgate. Contribui também doando material de limpeza, vacinas, vermífugos e parte da ração.
Com tantos cachorros soltos nas ruas de Lavras, ainda é muito alto o número de pessoas que compram filhotes nos pet shops. Pior ainda, não fazem os cálculos e nem imaginam os gastos que esses animais podem trazer no final do mês e muito menos têm conhecimento da vida média do animal e da responsabilidade que é em tê-lo. Com tudo isso, várias famílias acabam abandonando-os nas ruas como se fossem lixo.
Outro problema bastante grave são os estudantes universitários. Vários deles quando chegam em Lavras procuram adquirir algum cão de guarda, principalmente de grande porte, para a proteção de sua moradia. Mas quando formam e saem da cidade, soltam estes animais em vias públicas e quem arca com os problemas somos nós, residentes do município.
A adoção, além de demonstrar mais respeito pela vida, ajuda o município. Lá no CRA existem cães filhotes, mais velhos, grandes, pequenos, porém todos esperando por adoção! As pessoas que estiverem interessadas passarão por uma avaliação para saber se a família tem condição de cuidar do cachorro.
Toda a população lavrense pode conhecer as dependências do CRA, basta comparecer no km 47 da BR 265, na entrada da Serrinha. Quem estiver interessado em ajudar o CRA doando tela de aço, ração, cobertor, material de construção ou adotando um animal, deverá procurar a presidente da Sociedade Protetora dos Animais, Rosângela Malfitano, pelo telefone: 3821-6799 ou comparecer ao local.
Se estiver interessado em ter um cãozinho, não compre. Se tiver filhos, ensine-os desde pequenos que você respeita a vida, e não faz desses animais, nem de outros, pura mercadorias.
Animais de rua: vítimas, não vilões!
Não dê mole para a vitamina B12
A B12 (ou cobalamina) é uma vitamina excepcional. É necessária em quantidade menor que qualquer outra vitamina. Porém, embora sua necessidade seja mínima, sua falta pode causar danos irreversíveis a nossa saúde!
Resumidamente, suas principais funções são: formação do sangue, manutenção do sistema nervoso e funcionamento normal da vitamina B9. A vitamina B12 é sintetizada somente por micororganismos e é encontrada apenas em alimentos de origem animal. Portanto, a presença dessa vitamina nas carnes se deve ao fato de que os mamíferos herbívoros (bovinos, ovinos, etc), como possuem uma quantidade muito alta de microorganismos em seu estômago, absorvem a B12 produzida por estes, em seu próprio sistema digestório. A presença de vitamina B12 no leite e nos ovos se deve a passagem da B12, presente no organismo do animal, para suas secreções. Nós, seres-humanos, também possuímos microorganismos em nosso trato digestório capazes de sintetizá-la, porém o problema está em absorvê-la. O local que esses microorganismos habitam (intestino grosso) é posterior ao local de absorção (final do intestino delgado).
A deficiência da cobalamina em nosso organismo pode ocorrer de duas formas: por deficiência alimentar ou por distúrbios na absorção de B12. Porém, essa deficiência pode demorar meses a aparecer devido ao fato de termos um estoque dessa vitamina (principalmente no fígado), e pelo fato de nosso organismo também conseguir reaproveitar parte da vitamina quando utilizada. Na sua carência as principais manifestações serão anemia megaloblástica e neuroapatia (doença dos nervos) e os principais sintomas são: cansaço, respiração curta, falta de apetite, sensação de formigamento nos dedos das mãos e pés, dores generalizadas, constipação, hipotensão, irritabilidade, palidez, língua lisa.
Além de produtos de origem animal, podemos encontrar B12 em alimentos fortificados (é só verificar no rótulo) e suplementos vendidos em farmácias. Aos veganos (aqueles que não ingerem nem utilizam nada de origem animal) é indispensável a suplementação dessa vitamina. Já para os ovolactovegetarianos essa suplementação é desnecessária contanto que ingiram alimentos de origem animal com certa regularidade. Portanto não dê mole para a B12.
Não se deixe levar pelos sintomas para diagnosticar a deficiência! Se possível consulte um nutricionista para fazer exames periódicos do nível de vitamina B12 em seu organismo e para que ele lhe indique as quantidades adequadas de alimento ou suplemento a ser tomado.
Resumidamente, suas principais funções são: formação do sangue, manutenção do sistema nervoso e funcionamento normal da vitamina B9. A vitamina B12 é sintetizada somente por micororganismos e é encontrada apenas em alimentos de origem animal. Portanto, a presença dessa vitamina nas carnes se deve ao fato de que os mamíferos herbívoros (bovinos, ovinos, etc), como possuem uma quantidade muito alta de microorganismos em seu estômago, absorvem a B12 produzida por estes, em seu próprio sistema digestório. A presença de vitamina B12 no leite e nos ovos se deve a passagem da B12, presente no organismo do animal, para suas secreções. Nós, seres-humanos, também possuímos microorganismos em nosso trato digestório capazes de sintetizá-la, porém o problema está em absorvê-la. O local que esses microorganismos habitam (intestino grosso) é posterior ao local de absorção (final do intestino delgado).
A deficiência da cobalamina em nosso organismo pode ocorrer de duas formas: por deficiência alimentar ou por distúrbios na absorção de B12. Porém, essa deficiência pode demorar meses a aparecer devido ao fato de termos um estoque dessa vitamina (principalmente no fígado), e pelo fato de nosso organismo também conseguir reaproveitar parte da vitamina quando utilizada. Na sua carência as principais manifestações serão anemia megaloblástica e neuroapatia (doença dos nervos) e os principais sintomas são: cansaço, respiração curta, falta de apetite, sensação de formigamento nos dedos das mãos e pés, dores generalizadas, constipação, hipotensão, irritabilidade, palidez, língua lisa.
Além de produtos de origem animal, podemos encontrar B12 em alimentos fortificados (é só verificar no rótulo) e suplementos vendidos em farmácias. Aos veganos (aqueles que não ingerem nem utilizam nada de origem animal) é indispensável a suplementação dessa vitamina. Já para os ovolactovegetarianos essa suplementação é desnecessária contanto que ingiram alimentos de origem animal com certa regularidade. Portanto não dê mole para a B12.
Não se deixe levar pelos sintomas para diagnosticar a deficiência! Se possível consulte um nutricionista para fazer exames periódicos do nível de vitamina B12 em seu organismo e para que ele lhe indique as quantidades adequadas de alimento ou suplemento a ser tomado.
sábado, 13 de setembro de 2008
Os Animais de Trabalho e a Terapia Assistida por Animais – Parte 1
Os Animais domésticos mantêm indiscutível relação com as pessoas de idade, sexo e níveis sociais diferentes. Tais animais influenciam no cotidiano dos indivíduos seja por representarem uma forma de trabalho, segurança, carinho ou companhia.
Dentre os animais de trabalho, vale ressaltar os cães-guia, os cães policias e os animais de tração.
Os cães-guia são um ótimo exemplo de uma relação bem sucedida entre homem e cão e que traz benefícios para ambos os lados: o cão terá ótimos cuidados e representará os “olhos” de seu fiel amigo, que além de desfrutar da companhia de um amigo de quatro patas, terá mais segurança ao andar pelas ruas! O cão, antes de se tornar efetivamente um “guia”, passa por um treinamento adequado, passando pelas fases de socialização, adestramento e adaptação e somente animais de perfil adequado garantem sua vaga.
Um outro exemplo de como os animais ajudam a humanidade é os cães policias. Estes, também participam de um processo de treinamento e socialização com o parceiro-humano, antes de começar o trabalho. O treinamento começa aos quatro meses e quando chega ao fim, o animal está apto a: imobilizar um suspeito até que seja revistado; atacar criminosos; reconhecer, pelo faro, drogas e explosivos; e localizar pessoas desaparecidas na mata ou em um cativeiro.
Há também o conhecido uso de animais para tração. Representando mais um modo de como os animais são importantes para a humanidade. Animais como mulas, jumentos, cavalos, boi e outros são utilizados diariamente para facilitar a tração pelo mundo todo.
Sem contar, os cães e gatos que se tornaram membros da família, principalmente em grandes cidades, se tornando essenciais para diminuir o estresse e a solidão diária, através de um convívio baseado na troca de carinho e na lealdade.
Além de todos esses fatos, recentemente tem se ouvido falar muito em Terapia Assistida por Animais (TAA), também conhecida por Zooterapia.
A TAA surgiu na Inglaterra, através da observação médica de como crianças antes socialmente reservadas, passaram a ter uma melhor integração social ao conviverem com cães.
A partir daí, a TAA passou a ser amplamente estudada e hoje seus campos de atuação são muito vastos e reconhecidos.
Não perca na próxima edição, a segunda parte desta matéria!
Site do projeto Melhor Amigo, de ajuda ao Centro de Recolhimento de Animais de Lavras: www.projetomelhoramigo.com
E-mail: projetomelhoramigo@gmail.com / tel: (35) 8417-4847
Fabiane Ribeiro Costa Silva – Acadêmica de Medicina Veterinária – UFLA, responsável pelo Projeto Melhor Amigo
Dentre os animais de trabalho, vale ressaltar os cães-guia, os cães policias e os animais de tração.
Os cães-guia são um ótimo exemplo de uma relação bem sucedida entre homem e cão e que traz benefícios para ambos os lados: o cão terá ótimos cuidados e representará os “olhos” de seu fiel amigo, que além de desfrutar da companhia de um amigo de quatro patas, terá mais segurança ao andar pelas ruas! O cão, antes de se tornar efetivamente um “guia”, passa por um treinamento adequado, passando pelas fases de socialização, adestramento e adaptação e somente animais de perfil adequado garantem sua vaga.
Um outro exemplo de como os animais ajudam a humanidade é os cães policias. Estes, também participam de um processo de treinamento e socialização com o parceiro-humano, antes de começar o trabalho. O treinamento começa aos quatro meses e quando chega ao fim, o animal está apto a: imobilizar um suspeito até que seja revistado; atacar criminosos; reconhecer, pelo faro, drogas e explosivos; e localizar pessoas desaparecidas na mata ou em um cativeiro.
Há também o conhecido uso de animais para tração. Representando mais um modo de como os animais são importantes para a humanidade. Animais como mulas, jumentos, cavalos, boi e outros são utilizados diariamente para facilitar a tração pelo mundo todo.
Sem contar, os cães e gatos que se tornaram membros da família, principalmente em grandes cidades, se tornando essenciais para diminuir o estresse e a solidão diária, através de um convívio baseado na troca de carinho e na lealdade.
Além de todos esses fatos, recentemente tem se ouvido falar muito em Terapia Assistida por Animais (TAA), também conhecida por Zooterapia.
A TAA surgiu na Inglaterra, através da observação médica de como crianças antes socialmente reservadas, passaram a ter uma melhor integração social ao conviverem com cães.
A partir daí, a TAA passou a ser amplamente estudada e hoje seus campos de atuação são muito vastos e reconhecidos.
Não perca na próxima edição, a segunda parte desta matéria!
Site do projeto Melhor Amigo, de ajuda ao Centro de Recolhimento de Animais de Lavras: www.projetomelhoramigo.com
E-mail: projetomelhoramigo@gmail.com / tel: (35) 8417-4847
Fabiane Ribeiro Costa Silva – Acadêmica de Medicina Veterinária – UFLA, responsável pelo Projeto Melhor Amigo
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